Arquivo | novembro, 2012

Dica de filme: “Ferrugem e osso”

26 nov

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“Ferrugem e Osso” é um filme forte e marcante que possivelmente será muito bem representado no Oscar de 2013. A trama é baseada num conto de mesmo nome (em francês, De rouille et d’os; em inglês, Rust and Bone) do autor canadense Craig Davidson. Trata-se do encontro de duas pessoas em crise. Ali (Matthias Schoenaerts) está desempregado, sem dinheiro e pai solteiro, experimentando então, vários empregos temporários como segurança de boate, vigilante e lutador “underground”. Stéphanie (Marion Cotillard) é uma treinadora de orcas que sofre um acidente em uma apresentação do show, tendo as pernas amputadas.:(
Ambos se conhecem numa boate após uma briga, e faíscas contraditórias são soltas, logo de início, quando as personalidades ingenuamente sincera( dela) e egoísta (dele), e traumatizada(dele) e danificada (dela) colidem. Eles voltam a se encontrar quando ela já está na cadeira de rodas e precisando recomeçar a vida. A presença de Ali funciona como uma porta de volta para o mundo, pois ele, em sua simplicidade e afeto (à sua maneira), a ajuda a se readaptar e mesmo redescobrir o interesse pela vida.

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A história é contada numa forma bastante realista, mostrando pessoas com problemas como todo mundo, problemas familiares, sentimentais e financeiros (essa é a entrada perceptível de mostrar um pouco sobre a crise que a Europa esta passando, que afetou os estilo de vida de muitas pessoas, não apresentando a França cheia de turistas consumistas, mas sim pessoas roubando, fazendo “bicos”, empregos clandestinos e alto desemprego).

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O filme é realista, de uma forma que as pessoas acostumadas com produções genéricas de Hollywood, irão sentir a diferença com o cinema europeu.O realismo se mostra cristalino no rumo que tomam os personagens. Eles não são heróis clássicos. Geralmente em filmes sobre pessoas acidentadas, elas são retratadas como seres de forças sobre-humanas, que superam as crises de forma fantástica e blá blá blá. Em Ferrugem e Osso, os dois são pessoas quebradas, ela, a ferrugem, ele, o osso. Ambos são de alguma forma quebrados pela vida e terão de adaptar-se a isso.

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Deep Web.

21 nov

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O Mundo da Internet é extremamente infinito e a quantidade de informação que podemos adquirir é inimaginável. Os motores de busca como por exemplo o Google e o Bing, ajudam os utilizadores a encontrar facilmente o que procuram.

Essas informações, presentes em sites que visitamos diariamente, como o Facebook, Google, You Tube e etc, representam apenas cerca de 20% da Internet, mas onde estão os restantes 80%? …a Deep Web é a resposta.

A Deep Web é praticamente um “guetto” de uma grande cidade, supondo que a Internet é essa grande cidade, só que com a grande diferença de ser 500 vezes maior do que essa cidade. Aqui encontramos de tudo, sem respeitar os índices e regras que “regem” a Internet por si só.

A Surface, se relacionarmos a Internet a um Iceberg, consideramos a parte da Internet que está à superfície e visível a todos. Por outro lado, a Deep Web é a parte obscura e como tal com representação na parte inferior do iceberg. A surface tem um tamanho calculado em cerca de 167 terabytes. De acordo com estudos da Universidade de Berkeley, o tamanho da Deep Web é estimada em cerca de 91 mil terabytes. Vocês conseguem imaginar a imansidão desse mar escuro?

A Deep Web, é um mundo totalmente à parte, muitos dizem que é o lado obscuro da Internet (apesar de muitos analistas considerarem que a “dark Web” – Internet “obscura” reside também dentro da “deep web”. E dizem isso porque para acessarmos a Deep Web precisamos de serviços de Proxy Anônimo, como o Tor, e esse proxy servirá para mantem o anonimato do utilizador, deixando-o completamente invisível enquanto navega na Deep Web. Mas tenha cuidado, pois tendo em vista que a Deep Web não tem regras e todos seus usuários são anônimos, há todo o tipo de informação, e muitas destas chocantes como venda de droga, pedofilia, vídeos bizarros, informações confidenciais, livros raros, vídeos de lutas até à morte, sites de religião… e muitas outras coisas como canibalismo, vídeos de assassinatos feitos pelo assassino, rituais satânicos com sacrifício de animais e também de pessoas, absurdos sites de pedofilia com bebês, mercado negro para tráfico de órgãos, um site que ensina como matar pessoas sem deixar pistas e outras coisas realmente escrotas. Mergulhando nessas águas obscuras, você definitivamente se depara com essas coisas.

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No entanto! Existem fóruns, de extrema utilidade, que na Surface seriam completamente encerrados já que os assuntos debatidos iriam chocar utilizadores, como por exemplo foruns os hacker e crackers partilham o seu conhecimentos entre eles.

Algumas dos grupos Hackers activistas, como os Anónimos e o Wikileaks, nasceram na Deep Web e aos poucos expandiram para a Surface. Não é que a Deep Web seja um mundo desinteressante (é completamente o oposto) mas sim para divulgarem o seu trabalho a todas as pessoas e também ganharem algum protagonismo.

Abaixo da superfíce (Surface Web), existe uma internet totalmente desconhecida pelo usuário comum. Este mundo submerso e misterioso é, normalmente, mencionado através dos seguintes termos:
1. Deep Web (Web Profunda);
2. Deep Net (Rede Profunda);
3. Invisible Web (Web Invisível);
4. Under Net (Abaixo da Rede);
5. Hidden Web (Web oculta);
6. Dark Net (Rede sombria);
7. Free Net (Rede Livre).

Fazer uma busca por estes termos no Google irá lhe trazer bastante informação útil, mas não vai levar você muito além do nível “água no joelho”. Para acessar o conteúdo profundo é necessário usar escafandro e ficar muito esperto com os monstros abissais que certamente irão se apresentar.

E eu achando que a internet se resumia no GOOGLE, tinha até o ditado que você já deve ter escutado: “se não tem no Google, não existe”. Cristalino é, se não tem no Google, definitivamente está na deep web.

Se quiserem mais informações, relatos, tutoriais para mergulhar nesse mundo, visite alguns desses Lins, ou pesquise no Google, sendo assim, a melhor forma de começar a desbravar este território inóspito é esquecer a forma tradicional de acesso, fugindo de ferramentas populares e se precavendo ao máximo!

http://www.superdownloads.com.br/materias/deepweb-conheca-submundo-da-internet.html
http://antologiadomedo.blogspot.com.br/2012/08/deep-web-e-imagens-da-deep-web.html
http://adifusora.mtv.uol.com.br/?p=5022

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Dica de filmes: A delicadeza do amor

10 nov

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Para quem quer fugir da mesmice do cinema americano, no que diz respeito a comédias românticas, vale a pena embarcar no eixo europeu. É uma comédia leve que no decorrer vai te surpreender, protagonizada pela nossa querida e eterna Amélie Poulain.

Sinopse: Nathalie (Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada emocional não programada, revelando uma série de questões até então despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de viver e entender melhor esse amor récem-descoberto.

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Da série musique-se: Blubell

8 nov

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Blubell é cantora e compositora. Nasceu e cresceu na cidade de São Paulo, e desde 2006 desenvolve seu trabalho autoral. Antes disso, fez parte de bandas independentes, e participou de shows da big band paulistana Funk Como Le Gusta, além de emprestar a sua voz para jingles de comerciais de tv.

Seu primeiro álbum Slow Motion Ballet, lançado independente em 2006, trazia apenas composições da artista, exceto pela versão de Junk de Paul McCartney. Slow Motion Ballet foi bem recebido pelas críticas, em jornais como a Folha de S. Paulo e o O Estado de S.Paulo e recebeu elogios de cantoras como Marisa Monte e Mallu Magalhães.

Durante os anos que se seguiram à sua estréia como artista independente, ela desenvolveu paralelamente uma parceria com o quarteto de jazz À Deriva. Em 2009, a música “Chalala”, composta e interpretada por Blubell, foi tema de abertura da série Aline, da Rede Globo. Em janeiro de 2011, Blubell lançou seu segundo disco, Eu Sou Do Tempo Em Que A Gente Se Telefonava pela YB Music. O CD tem participações de Baby do Brasil e de Tulipa Ruiz. A canção ‘What If…’ entrou para a trilha sonora do filme Bruna Surfistinha, lançada também em janeiro de 2011.

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Minimalismo + The Walking Dead

7 nov

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The Walking dead está dominando o mundo, e toda semana, por 45 minutos, acreditamos em um apocalipse zumbi. Diante desse tremendo sucesso mundial, um Ilustrador canadense chamado Ryan McArthur resolveu criar artes que envolvesse uma de suas séries favoritas e seus pôsteres estão sendo de grande aceitação, no site do artista há a opção de compra. Uma boa pedida para um presente de Natal.
Abaixo, algumas das criações.
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Saiba mais no site :http://www.etsy.com/listing/111914849/the-walking-dead-all-5-minimalist-prints?ref=pr_shop

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Criatividade, de onde vem?

7 nov

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Um infográfico muito interessante mostrando de onde vem as idéias e ao final, um grande exemplo do Steve Jobs.

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Instagram libera o web acesso.

5 nov

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Você que pediu que o Instagram fosse liberado para web, seus pedidos foram ouvidas. Nos próximos dias, somente alguns perfis serão liberados nesta nova plataforma de acesso, e logo, irão liberar todas as contas, inclusive as novas.
Agora você e seus amigos poderão acessar e interagir com as fotos diretamente na internet, através de uma página customizada, linda e cheia de imagens que se mexem. Até então, só dava pra ver as fotos individuais do usuário, mas não um perfil completo e interativo no estilo “instagram.com/seuusuario“.

Saiba mais no site: http://blog.instagram.com/post/35068144047/announcing-instagram-profiles-on-the-web