Arquivo | janeiro, 2013

Mixidão: receitas + infográficos

16 jan

Está difícil entender a receita, seu app é em inglês?
Dica: o blog Mixidão tá aí pra isso! Ele transforma aquelas receitas longas e chatas que ninguém tem saco pra ler em lindos e explicativos infográficos.
O mais bacana é que cada infográfico vem todo personalizado e aclimatado pro país de origem ou estilo da receita…
Abaixo você alguns bem apetitosos e aqui você navega pelas outras milhares de opções (tem docinhos, drinks, pratos, refeições e etc).

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Gostou da ideia? Visite o Mixidão
Ou, se preferir, a verdadeira ideia, no mesmo estilo http://www.recipelook.co.uk/

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Bande Dessinée, a banda nordestina mais francesa do Brasil.

16 jan

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Com influências da cultura francesa, a Bande Dessinée – que significa história em quadrinhos – surgiu em 2007, no Recife, com a proposta de criar uma música inspirada no universo da música pop francesa dos anos 1960 e 1970. Porém, com letras e identidade contemporânea próprias. O grupo já se apresentou nas principais casas de show do Recife; no Festival RecBeat (2008); Carnaval Multicultural do Recife (2009) e na festa Mercado da Música (2010), onde dividiu o palco com a banda francesa Nouvelle Vague. Em 2009, a Bande Dessinée realizou turnê pelo Sudeste, tocando em vários locais do Rio de Janeiro, como Cinemathéque e Drinkeria Maldita Copa, e em São Paulo, no Club Berlin e Tapas Club.

Primeiro Disco – Com 12 faixas, Sinée Qua Non apresenta composições de Filipe Barros, guitarrista e voz da banda, e algumas parcerias com Zé Cafofinho, Juliano Holanda e Jr. Black. A produção do CD é de Missionário José e André Édipo, do Jardel Music (SP) e a masterização foi assinada por Don Grossinger (EUA – Westchester, New York). O CD é dançante, com balanço e porções bem dosadas de jazz, iê-iê-iê, rock e surf music. Artistas como France Gall, Dalida, Brigitte Bardot e Serge Gainsbourg também são influências importantes na música da Bande Dessinée. As canções do disco – compostas em francês, italiano e português – por vezes, provocam encontros inusitados de idiomas e neologismos.

Donwload
Site da banda

Violeta Branca

4 jan

Violeta Branca Menescal de Vasconcelos nasceu em Manaus no dia 15 de setembro de 1915 e faleceu no Rio de Janeiro em 7 de outubro de 2000. Pertenceu à Academia Amazonense de Letras. Obra poética: Ritmos de inquieta alegria(1935) e Reencontro: poemas de ontem e de hoje (1982). Quando Violeta Branca publicou seu livro Ritmos de inquieta alegria, em 1935, surpreendeu a todos pelo lirismo e um espírito ousado expresso nos temas abordados, com características modernistas na obra e isso tendo apenas 19 anos. “Ritmos de inquieta alegria, compõe-se de poemas em que se destaca a ânsia de vida e liberdade, associados a um forte desejo de descoberta dos mistérios do mundo.” Para quem não conhece, Violeta Branca foi uma das grandes representantes da poesia produzida no Amazonas e a primeira mulher a ingressar numa Academia no Brasil, em 1937. Participou ativamente da vida cultural em Manaus e publicou outros poemas na Revista “A Selva”, do intelectual Clóvis Barbosa. Logo após se casar, Violeta Branca vai para o Rio de Janeiro e a partir daí passou 47 anos sem uma nova publicação. Em 1982, publicou seu segundo livro – Reencontros. Deixo aqui alguns recortes para demonstrar a riqueza dessa artista que tanto abriu caminho para a inserção da mulher no meio literário, apesar de ter ficado afastada por bastante tempo. 20130104-005841.jpg 20130104-005849.jpg 20130104-005854.jpg Para baixar o livro “Ritmos de inquieta alegria”, siga este link Download da obra, pois faz parte do acervo disponibilizado pelo Governo do Amazonas.

PS.: Os recortes foram extraídos do jornal A Tarde, 19 fevereiro 1939, circulado em Manaus, por iniciativa de Roberto Mendonça, em seu Blog do coronel

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Musique-se: Os ipanemas – Samba is our gift.

4 jan

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Grupo formado nos anos 1960 por Astor Silva (trombone), Neco (violão), Luiz Marinho (contrabaixo), Wilson das Neves (bateria) e Rubens Bassini (percussão), todos eles músicos que participavam de inúmeras gravações com outros artistas. Em 1964, lançou o LP “Os Ipanemas”, contendo as faixas “Zulu’s” e “Java”, ambas de Astor Silva e Neco, “Consolação” e “Berimbau”, ambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, “Nanã” (Moacir Santos e Mário Telles), “Se chegou assim” (Othon Russo e Newton Ramalho), “Congo” (Astor Silva e Wilson das Neves), “Kenya” (Astor Silva e Rubens Bassini), “Jangal” (Orlandivo e Rubens Bassini), “Clouds” (Durval Ferreira e Maurício Einhorn), “Adriana” (Roberto Menescal e Lula Freire) e “Garota de Ipanema” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes). Em 2001, o produtor britânico Joe Davis e o baterista brasileiro Ivan Conti reuniram Neco e Wilson das Neves, remanescentes da formação original do grupo, para gravar um novo disco. Nesse ano, o grupo lançou o CD “The Return of The Ipanemas”. Em 2008, lançou o CD “Call of the Gods” e fez uma bem sucedida turnê européia, que valeu ao grupo citação da crítica européia como o “Buena Vista Social Clube brasileiro”. No ano seguinte, Neco veio a falecer. Em 2010, com apenas Wilson das Neves da formação original, o grupo lançou o CD “Que beleza”, fazendo um tributo a Neco. O disco trouxe a participação da cantora Áurea Martins. A formação atual do grupo tem como integrantes Wilson das Neves (bateria, produção e vocal), Ivan Conti (bateria e percussão), José Carlos (guitarra e violão), Jorge Helder (baixo), Vittor Santos (trombone) e Thiago Gim (percussão).
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