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Coletânea “Fim do mundo”

16 dez

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Porque o mundo não pode acabar com você ouvindo qualquer coisa.
Por isso, preparamos uma trilha especial para você fazer a passagem em grande estilo. Com o melhor da nova música brasileira. Vai que tem uma vida além dessa, né? Aí você já chega com boas referências, saindo da mesmice. É importante levar novidades para outras vidas também, e esse é o nosso trabalho aqui nessa vida, deixar vocês com o melhor da nossa música. Quando chegar lá, seja no frescor do azul ou no calor do vermelho, terá o que ouvir e dançar com os novos amigos e amantes da boa música.

Vista uma roupa bem bonita, chame os amigos pra perto, coloque nossa trilha e sorria muito!
Bom fim do mundo para todos!

Fim do Mundo musicoteca – 2012

1. Acabou de Acabar (Phill Veras)
2. Captura (Bruno Capinan)
3. Mossa Paz (Bruno Batista e part. Tulipa Ruiz)
4. Lembrei (4 Cabeça)
5. Mala de Sonhos (FelixBravo)
6. Dezesseis (Marina Wisnik)
7. Desconforto (Nielson Alves)
8. Sexta-Feira (Alvinho Lancellotti)
9. Cansei (Silva)
10. Eu Sofro Por Amor (Dan Nakagawa)
11. Criando Asa (Marco Vilane)
12. Na Gaveta (Brunno Monteiro)
13. Sal e Amor (Gui Amabis e part. Tulipa Ruiz)
14. Vitamina C (Isadora)
15. Pra Sonhar (Afroelectro)
16. Terra em Trânsito (Caê Rolfsen)
17. Me Despeço (Pipo Pegoraro)
18. Boa Hora (Fino Coletivo)
19. Sofrendo+ (Laura Wrona)
20. São Jorge (Metá Metá)
21. Farewell Love Song (Graveola e o Lixo Polifônico)
22. Forsaken by Love (Phillip Long e part. Maria ELisa)

Download: Coletânea Fim do Mundo musicoteca – 2012 (147.28MB)
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Da série musique-se: Blubell

8 nov

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Blubell é cantora e compositora. Nasceu e cresceu na cidade de São Paulo, e desde 2006 desenvolve seu trabalho autoral. Antes disso, fez parte de bandas independentes, e participou de shows da big band paulistana Funk Como Le Gusta, além de emprestar a sua voz para jingles de comerciais de tv.

Seu primeiro álbum Slow Motion Ballet, lançado independente em 2006, trazia apenas composições da artista, exceto pela versão de Junk de Paul McCartney. Slow Motion Ballet foi bem recebido pelas críticas, em jornais como a Folha de S. Paulo e o O Estado de S.Paulo e recebeu elogios de cantoras como Marisa Monte e Mallu Magalhães.

Durante os anos que se seguiram à sua estréia como artista independente, ela desenvolveu paralelamente uma parceria com o quarteto de jazz À Deriva. Em 2009, a música “Chalala”, composta e interpretada por Blubell, foi tema de abertura da série Aline, da Rede Globo. Em janeiro de 2011, Blubell lançou seu segundo disco, Eu Sou Do Tempo Em Que A Gente Se Telefonava pela YB Music. O CD tem participações de Baby do Brasil e de Tulipa Ruiz. A canção ‘What If…’ entrou para a trilha sonora do filme Bruna Surfistinha, lançada também em janeiro de 2011.

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Da série: Musique-se

1 nov

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Um James Dean de batom borrado, essa é a descrição perfeita da capa do segundo álbum de Thiago Pethit. Estrela decadente é o nome escolhido.
“Este disco é inspirado no passado para falar do presente. Revela muito sobre mim e sobre a minha ferida, sobre ter a minha ingenuidade maculada. Mas também fala da ferida que eu vejo no mundo. É o meu discurso estético, outra vez inadequado, que talvez não encontre prateleira ‘certa’ nas lojas ou na mídia especializada, nas gravadoras ou nos investidores, mas que me deixa satisfeito”, conta ele.
O álbum tem a produção de Kassin e as participações da veterana Cida Moreira (em “Surubaya Johnny”) e de Mallu Magalhães (“Perto do Fim”), nas duas últimas faixas. No disco, Pethit passeia por temas intercalando português e inglês.
Estrela Decadente soa musicalmente distante do disco anterior -Berlim, Texas – e traz referências de um universo menos reflexivo e terno pra entregar canções mais solares, de melodias mais intensas e ritmo fresco. Como Thiago diz: “É um disco explicito”.
Realmente o é. Esse álbum nos convida a embarcar em suas histórias por meio da mágica que é a música.

Download no site oficial: http://www.thiagopethit.com/
http://www.sendspace.com/pro/6ebncy

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Da série: Musique-se

31 out

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Aterriza em SP o multi-instrumentista Marco Nalesso, com acordes funkeados, efeitos atmosféricos e samplers guardados em uma bagagem musical que não dá para botar defeito. Nalesso é um profundo pesquisador musical, compositor incansável, apaixonado pelo inusitado e por ficção científica. A Fundação, banda que acompanha o guitarrista, funciona como um laboratório de combinações rítmicas, que explora novas sonoridades complementando ritmos estrangeiros com os puramente brasileiros. Groove, funk, rock, hip-hop e jazz são encorpados por percussões de samba, maracatu, capoeira, latinas e terminações experimentais. Nada disso é regra. Desde o começo, a banda escolheu não ter rótulos, a não ser o instrumental. “Fazemos música plural” é o mais próximo que a banda chega de uma definição, que passa por sonoridades dançantes, espaciais e pesadas com harmonia e sem preconceito. Juntos, eles buscam expandir a experiência através da desconstrução das bases, improvisações livres, climatizações e diálogos com outras consciências artísticas. Todas maneiras de criar uma trilha sonora que amplie o campo sensorial do público e dos próprios artistas – sem muita erudição e com sentimento de sobra.

Download no site: www.marcoeafundacao.com