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DISCOGRAFIA: Jeff Buckley

26 mar

Jeffrey Scott Buckley  foi um cantor, compositor e guitarrista norte-americano. Conhecido por seus dotes vocais, Buckley foi considerado pelos críticos umas das mais promissoras revelações musicais de sua época. Entretanto, Buckley morreu afogado enquanto nadava no rio Wolf, afluente do Rio Mississipi, em 1997.

Seu trabalho e seu estilo único continuam sendo admirados por fãs, artistas e músicos no mundo todo.

 Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Se você é fascinado por artistas e musicalidades como Radiohead, Coldplay e Muse,saiba que tais integrantes não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso,o álbum “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.

Considerado “O” disco da vida de muito boa gente, ele é tão intenso que se torna redundante falar dele.

Jeff Buckley, o homem da capa, de microfone na mão e olhar semicerrado virado para chão, parece já ali nos dizer com o silêncio que está longe do frenesi do mundo e que vive apenas para o que lhe afeta o interior.

De fato, ninguém cantou e exorcizou a dolorosa morte do amor com um sorriso nobre na cara como ele, em Last Goodbye, e ninguém tomou consciência da sua mortalidade e soube-a aceitar como a chuva que cai como ele, no tema título Grace: “Though it’s my time coming, I’m not afraid to die/ Oh drink a bit of wine we both might go tomorrow, oh my love/ And the rain is falling and I believe my time has come/ It reminds me of the pain I might leave behind”.

Jeff era um homem de H grande, pronto para a sua própria morte e era ,acima de tudo, um poeta munido de uma voz impossível e de uma guitarra redentora que o imortalizariam mesmo tendo apenas uma passagem rápida por esse mundo terreno.

Quando a música é assim tão sincera e direta, é normal que nos toque tanto e que nos fique para sempre guardada aqui dentro.

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Os subversivos da rede

19 jun

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” Não é por 0,20 c, é pela corrupção, pela copa das confederações, pela copa de 2014, pela pec 37, fora Renan Calheiros, Fora Dilma e blá blá blá”.

É bastante louvável que a população brasileira, principalmente os jovens, estejam acordando e saindo às ruas, porém é uma “Revolução” prolixa, um tanto quanto subjetiva, não há um objetivo real delimitado.

Essas manifestações estão sendo chamadas de “Primavera brasileira” em comparação à Primavera Árabe, só que nessas reais Revoluções, o povo tinha um objetivo delimitado: A queda do governo, o que de fato alguns conseguiram e outros ainda estão lutando (caso da Guerra Civil na Síria – mais de 93.000 mortos em sua grande maioria crianças e civis, sem falar nos diversos tipos de tortura que a população está passando).

A questão da manifestação brasileira, a qual impera a subjetividade, se mostra apenas um grito de basta, de inconformidade. Quais seriam as reais medidas a serem tomadas?

Transformar em hediondo o crime de corrupção política? A efetividade do julgamento do mensalão ? O endurecimento da lei ficha-limpa? Tirar o Feliciano da CDH? O Renanzinho Calheiros? Diminuir a passagem do transporte público? O preço da gasolina? (…)

– Não, mas o objetivo é a “inconformidade” com a situação que o país se encontra, seja na corrupção, na inflação, nos gastos públicos, nos hospitais e ad infinito…

Eu sou a favor de manifestações efetivas, como por exemplo o caso do impeachment do Collor, as manifestações contra a ditadura, das diretas e etc, pois elas sim fizeram ser ouvidas.

O movimento brasileiro como se apresenta hoje, pode ser comparado a uma criança em um supermercado fazendo birra com sua Mamãe, onde o anjinho pede várias guloseimas, chora, esperneia, bate com a cabeça no chão e a Mamãe finge que não é com ela, até a criança parar de chorar e pasme, a criança para.

“Não é apenas o 0,20 centavos, é a inconformidade que o brasileiro está passando em diversos setores no país.”

Por favor, quais as medidas a serem tomadas? Qual é o objetivo a ser lutado?

Só estou vendo jovens, entrando na onda, compartilhamentos e frases de efeito, mas você luta por qual objetivo? Não há como ter uma Revolução lutando pela inconformidade, quais são as medidas efetivas, o que você quer com isso? Só vislumbro crianças fazendo birra.

Hoje, ser “subversivo” está na moda!

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Musique-se: Os ipanemas – Samba is our gift.

4 jan

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Grupo formado nos anos 1960 por Astor Silva (trombone), Neco (violão), Luiz Marinho (contrabaixo), Wilson das Neves (bateria) e Rubens Bassini (percussão), todos eles músicos que participavam de inúmeras gravações com outros artistas. Em 1964, lançou o LP “Os Ipanemas”, contendo as faixas “Zulu’s” e “Java”, ambas de Astor Silva e Neco, “Consolação” e “Berimbau”, ambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, “Nanã” (Moacir Santos e Mário Telles), “Se chegou assim” (Othon Russo e Newton Ramalho), “Congo” (Astor Silva e Wilson das Neves), “Kenya” (Astor Silva e Rubens Bassini), “Jangal” (Orlandivo e Rubens Bassini), “Clouds” (Durval Ferreira e Maurício Einhorn), “Adriana” (Roberto Menescal e Lula Freire) e “Garota de Ipanema” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes). Em 2001, o produtor britânico Joe Davis e o baterista brasileiro Ivan Conti reuniram Neco e Wilson das Neves, remanescentes da formação original do grupo, para gravar um novo disco. Nesse ano, o grupo lançou o CD “The Return of The Ipanemas”. Em 2008, lançou o CD “Call of the Gods” e fez uma bem sucedida turnê européia, que valeu ao grupo citação da crítica européia como o “Buena Vista Social Clube brasileiro”. No ano seguinte, Neco veio a falecer. Em 2010, com apenas Wilson das Neves da formação original, o grupo lançou o CD “Que beleza”, fazendo um tributo a Neco. O disco trouxe a participação da cantora Áurea Martins. A formação atual do grupo tem como integrantes Wilson das Neves (bateria, produção e vocal), Ivan Conti (bateria e percussão), José Carlos (guitarra e violão), Jorge Helder (baixo), Vittor Santos (trombone) e Thiago Gim (percussão).
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Entrevista: Kay Pranis, especialista em Justiça Restaurativa

19 dez

O secretário Fabiano Pereira recebeu Kay Pranis (de azul) na SJDH – Foto: Gabriel Gabardo
Prestes a fazer parte da organização do 3º Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa, que ocorreu nos dias 29 e 30 de outubro do presente, a Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH) recebeu a visita da especialista norte-americana Kay Pranis, que esteve no Rio Grande do Sul ministrando um treinamento sobre o tema. Kay conversou com o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, sobre os desafios da implementação da Justiça Restaurativa e sobre a socioeducação – tema de responsabilidade da SJDH no Estado através da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) -, e logo após concedeu uma entrevista (leia abaixo).
Kay Pranis foi coordenadora de Justiça Restaurativa do Departamento Correcional de Minnesota (EUA) entre 1994 e 2003, e atualmente percorre diversos países realizando treinamentos para profissionais que atuam nos Círculos Restaurativos. Ela é autora de diversos livros e publicações sobre o tema. Kay esteve pela primeira vez no Rio Grande do Sul em 2010, e considera que nos últimos dois anos o Estado obteve um avanço “fantástico” na aplicação do método, que busca a resolução de crimes e atos infracionais através do reconhecimento e reparação por parte do infrator, sem a necessidade de judicialização.
Diversos profissionais da Fase e da SJDH estão participando do treinamento ministrado por Kay. A Fundação já aplica os círculos restaurativos como método antes do adolescente deixar a internação, com o objetivo de que o jovem reconheça o ato infracional e não torne a cometer novos delitos.
Confira a entrevista de Kay Pranis para a Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos:
SJDH – Como funciona a Justiça Restaurativa?
Kay Pranis – O foco da Justiça Restaurativa é responder, reparar o dano causado pelo crime de uma maneira harmoniosa para a comunidade, para a vítima e para o próprio indivíduo que o cometeu. Isso é realizado deixando perto o agressor, a vítima, suas famílias e os demais agentes envolvidos, para que se reconheça o que aconteceu e haja a reparação. Para tanto, é necessário que essas diversas vozes estejam presentes.
SJDH – Quais os desafios na aplicação da Justiça Restaurativa?
Kay – O maior desafio é uma mudança drástica sobre como estamos acostumados a encarar a Justiça. Temos hábitos fortes no sentido de punição, vergonha e culpa, o que faz o problema se tornar cada vez pior. Se você não se sente respeitado e incluído, não terá as condições para não tornar a cometer crimes, e é provável que aconteça de novo (o delito). Portanto, a Justiça Restaurativa precisa ser respeitosa e entender as razões do crime, pois o entendimento é necessário. Nesta abordagem da responsabilização, trabalhamos com cinco elementos: o indivíduo reconhecer que causou o dano; reconhecer que isso foi uma escolha; perceber como outras pessoas foram impactadas com isso; tomar uma ação para reparar os danos; e olhar para a própria vida, para os hábitos e padrões que contribuíram para que o fato ocorresse.
SJDH – Como ajudar os envolvidos a perceber que ações devem ser tomadas para a reparação?
Kay – O indivíduo não percebe sozinho. É preciso ter o acompanhamento da comunidade, envolvendo o agressor, sua família, a vítima e sua família, para que haja o reconhecimento e a reparação dos danos. É como funciona o Círculo, estabelecendo a reparação em conjunto com todos os envolvidos.
SJDH – Como o sistema de Justiça colabora?
Kay – O juiz, o promotor e o advogado participam, colaborando para o entendimento e a reparação. No Rio Grande do Sul, o processo de aplicação da Justiça Restaurativa está sendo puxado pelo Poder Judiciário, o que é muito bom. Mas é um método que não precisa começar no Judiciário, ele deve ser implementado já nas escolas, habituando as escolas à resolução de conflitos de maneira não violenta. Além disso, a própria polícia deve colaborar, mediando esses conflitos de forma pacífica e preventiva. Nos Estados Unidos, realizamos treinamento de polícia neste sentido.
SJDH – A polícia comunitária, que vem sendo implementada no Rio Grande do Sul, pode atuar em conjunto com os métodos de Justiça Restaurativa?
Kay – Totalmente. Pois trabalha preventivamente e próxima da comunidade.
SJDH – Quais os limites de aplicação da Justiça Restaurativa? Ela é universal?
Kay – A Justiça Restaurativa trabalha numa perspectiva de reparação e cura. Portanto, quanto mais sério for o crime, mais se deve usá-la. Mas há conotações diferentes: o indivíduo deve ir para a prisão se não estiver preparado para reconhecer e reparar o crime. Neste caso, o Círculo prossegue enquanto ele estiver preso, com a participação da família, da vítima e da comunidade, até que o crime esteja reparado.
SJDH – Como está sendo seu trabalho no Rio Grande do Sul?
Kay – Estou realizando um treinamento de quatro dias para a formação de “peacemakers” (agentes que trabalham realizando os Círculos), com profissionais, famílias e jovens em conflito com a lei. Também darei uma palestra com informações gerais e modos de aplicação da Justiça Restaurativa. Acho importante dizer que, baseado na minha experiência, o Rio Grande do Sul está conduzindo o Brasil nesse tema. Estou voltando depois de dois anos e o que aconteceu aqui nesse período é fantástico, temos ótimos resultados e resolvemos com sucesso casos complexos. Estamos fazendo muito. Além do mais, estive agora com pessoas que realizaram o treinamento há dois anos, e hoje podem capacitar mais gente. Isso é um grande passo para expandir o trabalho. A abordagem é construir, reduzir dependências.
Fonte:Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos. Publicação 22.11.2012
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Diálogos impossíveis – Luis Fernando Veríssimo

7 dez

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“Diálogos Impossíveis” reúne crônicas de Luis Fernando Verissimo sobre impossibilidade, incomunicabilidade e diversos mal-entendidos. Drácula e Batman debatem suas semelhanças e diferenças em uma clínica geriátrica. Uma recém-casada pede conselhos ao urso de pelúcia. Robespierre, Don Juan, Goya e Picasso surgem em conversas inusitadas.

Abaixo, leia um trecho do livro.

A diferença.

Uma vez imaginei o encontro de Batman e Drácula numa clínica geriátrica, na Suíça.

Batman não acredita que Drácula tenha mais de 500 anos. Não lhe daria mais de 200.

– Tempo demais – diz Drácula. – Estou na terceira idade do Homem. Depois da mocidade e da maturidade, a indignidade…

O cúmulo da indignidade, para o conde, é a dentadura falsa. Ele não pode ver sua própria dentadura sobre a mesinha de cabeceira sem meditar sobre a crueldade do tempo. Já tentou o suicídio, sem sucesso.

Estirou-se numa praia do Caribe ao meio-dia, para que o Sol o reduzisse a nada. Só conseguiu uma boa queimadura. Dedicou-se a uma dieta exclusiva de alho. Só conseguiu que as mulheres o expulsassem da cama.

A estaca no coração também não funcionara. Precisava ser de um determinado tipo de madeira benta, usada numa determinada fase da Lua, a logística do empreendimento o derrotara. E ninguém se dispõe a matá-lo, agora que seus caninos são postições e ele não é mais uma ameaça. Drácula está condenado à vida eterna, à velhice sem redenção e à indignidade sem-fim. Internou-se na clínica com a vaga esperança de que a Morte, que vem ali buscar tanta gente, um dia o leve por distração.

– E você, Batman?

Batman conta que está na clínica para retardar a Morte. Não confessa sua idade, mas recusa-se a tirar a máscara para que não vejam suas rugas. Ele não é um super-herói com superpoderes, inclusive o de não morrer, como o Super-homem.

– Eu sou dos que morrem – diz Batman, com um suspiro.

No tom da sua voz está a lamúria milenar da espécie dos que morrem. Drácula parece não ouvi-lo. Está interessado em outra coisa.

– Você vai terminar esse iogurte? – pergunta.

Mas Batman continua sua queixa.

– Eu já não voava. Hoje quase não caminho. Não posso mais dirigir o Batmóvel, não renovaram minha carteira…

Mas ele não quer a redenção da morte. Quer a vida eterna, a mesma vida eterna de um homem de aço.

– Vamos fazer um trato – sugere Drácula. – Quando a Morte vier buscá-lo, trocaremos de lugar. Você veste este meu robe de cetim e a echarpe de seda, eu visto essa sua fantasia ridícula, e a…

Mas Batman o interrompe com um gesto. A Morte não pode ser enganada.

– Claro que pode – diz Drácula. – É só você passar um pouco da minha pomada no seu cabelo que a Morte o tomará por mim e…

– Que cabelo? – pergunta Batman, com outro suspiro, também antigo.

– Não somos muito diferentes – diz Drácula.

– Somos completamente diferentes! – rebate Batman. – Eu sou o Bem, você é o Mal. Eu salvava as pessoas, você chupava o seu sangue e as transformava em vampiros como você. Somos opostos.

– E no entanto – volta Drácula com um sorriso, mostrando os caninos de fantasia – somos, os dois, homens-morcegos… Batman come o resto do seu iogurte sob o olhar cobiçoso do conde.

– A diferença é que eu escolhi o morcego como modelo. Foi uma decisão artística, estética, autônoma.

– E estranha – diz Drácula. – Por que morcego? Eu tenho a desculpa de que não foi uma escolha, foi uma danação genética. Mas você? Por que o morcego e não, por exemplo, o cordeiro, símbolo do Bem? Talvez o que motivasse você fosse uma compulsão igual à minha, disfarçada. Durante todo o tempo em que combatia o Mal e fazia o Bem, seu desejo secreto era de chupar pescoços. Sua sede não era de justiça, era de sangue. Desconfie dos paladinos, eles também querem sangue.

– Se eu ainda pudesse fazer um punho você ia ver qual é a minha compulsão neste momento – rosna Batman.

Mas Drácula não perde a calma.

– E veja a ironia, Batman. O Morcego Bom passa, o Morcego Mau fica. Um não quer morrer e morre, o outro quer morrer e não morre.Ou talvez não seja uma ironia, seja uma metáfora para o mundo. O Bem acaba sem recompensa e o único castigo do Mal é nunca acabar.

Drácula continua:

– Somos dois aristocratas, Batman, um feudal e outro urbano, um da Velha Europa e outro da Nova América. Eu era Vlad, o Impalador, na Transilvânia, você, o herdeiro de uma imensa fortuna em Gotham. Eu era o terror dos aldeães, você um rico caridoso. Os pobres nunca ameaçaram invadir a sua mansão com archotes, mas somos, os dois, da mesma classe, a dos sanguessugas. O que nos diferencia é que eu não tinha remorsos.

Batman pede que Drácula se retire. Dali a pouco chegará Robin com os netos e ele não quer que as crianças se assustem.

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Deep Web.

21 nov

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O Mundo da Internet é extremamente infinito e a quantidade de informação que podemos adquirir é inimaginável. Os motores de busca como por exemplo o Google e o Bing, ajudam os utilizadores a encontrar facilmente o que procuram.

Essas informações, presentes em sites que visitamos diariamente, como o Facebook, Google, You Tube e etc, representam apenas cerca de 20% da Internet, mas onde estão os restantes 80%? …a Deep Web é a resposta.

A Deep Web é praticamente um “guetto” de uma grande cidade, supondo que a Internet é essa grande cidade, só que com a grande diferença de ser 500 vezes maior do que essa cidade. Aqui encontramos de tudo, sem respeitar os índices e regras que “regem” a Internet por si só.

A Surface, se relacionarmos a Internet a um Iceberg, consideramos a parte da Internet que está à superfície e visível a todos. Por outro lado, a Deep Web é a parte obscura e como tal com representação na parte inferior do iceberg. A surface tem um tamanho calculado em cerca de 167 terabytes. De acordo com estudos da Universidade de Berkeley, o tamanho da Deep Web é estimada em cerca de 91 mil terabytes. Vocês conseguem imaginar a imansidão desse mar escuro?

A Deep Web, é um mundo totalmente à parte, muitos dizem que é o lado obscuro da Internet (apesar de muitos analistas considerarem que a “dark Web” – Internet “obscura” reside também dentro da “deep web”. E dizem isso porque para acessarmos a Deep Web precisamos de serviços de Proxy Anônimo, como o Tor, e esse proxy servirá para mantem o anonimato do utilizador, deixando-o completamente invisível enquanto navega na Deep Web. Mas tenha cuidado, pois tendo em vista que a Deep Web não tem regras e todos seus usuários são anônimos, há todo o tipo de informação, e muitas destas chocantes como venda de droga, pedofilia, vídeos bizarros, informações confidenciais, livros raros, vídeos de lutas até à morte, sites de religião… e muitas outras coisas como canibalismo, vídeos de assassinatos feitos pelo assassino, rituais satânicos com sacrifício de animais e também de pessoas, absurdos sites de pedofilia com bebês, mercado negro para tráfico de órgãos, um site que ensina como matar pessoas sem deixar pistas e outras coisas realmente escrotas. Mergulhando nessas águas obscuras, você definitivamente se depara com essas coisas.

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No entanto! Existem fóruns, de extrema utilidade, que na Surface seriam completamente encerrados já que os assuntos debatidos iriam chocar utilizadores, como por exemplo foruns os hacker e crackers partilham o seu conhecimentos entre eles.

Algumas dos grupos Hackers activistas, como os Anónimos e o Wikileaks, nasceram na Deep Web e aos poucos expandiram para a Surface. Não é que a Deep Web seja um mundo desinteressante (é completamente o oposto) mas sim para divulgarem o seu trabalho a todas as pessoas e também ganharem algum protagonismo.

Abaixo da superfíce (Surface Web), existe uma internet totalmente desconhecida pelo usuário comum. Este mundo submerso e misterioso é, normalmente, mencionado através dos seguintes termos:
1. Deep Web (Web Profunda);
2. Deep Net (Rede Profunda);
3. Invisible Web (Web Invisível);
4. Under Net (Abaixo da Rede);
5. Hidden Web (Web oculta);
6. Dark Net (Rede sombria);
7. Free Net (Rede Livre).

Fazer uma busca por estes termos no Google irá lhe trazer bastante informação útil, mas não vai levar você muito além do nível “água no joelho”. Para acessar o conteúdo profundo é necessário usar escafandro e ficar muito esperto com os monstros abissais que certamente irão se apresentar.

E eu achando que a internet se resumia no GOOGLE, tinha até o ditado que você já deve ter escutado: “se não tem no Google, não existe”. Cristalino é, se não tem no Google, definitivamente está na deep web.

Se quiserem mais informações, relatos, tutoriais para mergulhar nesse mundo, visite alguns desses Lins, ou pesquise no Google, sendo assim, a melhor forma de começar a desbravar este território inóspito é esquecer a forma tradicional de acesso, fugindo de ferramentas populares e se precavendo ao máximo!

http://www.superdownloads.com.br/materias/deepweb-conheca-submundo-da-internet.html
http://antologiadomedo.blogspot.com.br/2012/08/deep-web-e-imagens-da-deep-web.html
http://adifusora.mtv.uol.com.br/?p=5022

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Dica de filmes: A delicadeza do amor

10 nov

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Para quem quer fugir da mesmice do cinema americano, no que diz respeito a comédias românticas, vale a pena embarcar no eixo europeu. É uma comédia leve que no decorrer vai te surpreender, protagonizada pela nossa querida e eterna Amélie Poulain.

Sinopse: Nathalie (Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada emocional não programada, revelando uma série de questões até então despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de viver e entender melhor esse amor récem-descoberto.

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